quinta-feira, 14 de maio de 2009

cabulano

em casa, pensionato, direciono minha ideias direto pro ponto q quero: a tv.
tive a 1h mais outra aula do mestre e mais uma vez o desafio de mostrar o golpe pelos nomes me afrota. ensar tv: a tv eh meio de comunicacao em massa mais ulizado na meu pais. aki o canal mais conhecido eh a globo, cujos programas sao bem diversiificados, incluindo novelas, programas de auditorio jornais e esportes. o ostrous canais seguem esse mesmo modelo, contudo cada qual se especializa em algum dessa modalidades de transsimissao: a globo passa tradicionalmente as corridass de f1, enquanto as de f indy sao passadas na rede bandeirantes. essas empresas, conhecidas como emissoras, ganham dinheiro atraves da empresas q fazem anuncios ao publico q estar a assistir a transmissao. com isso elas ganham dinheiro. e, portanto, esse eh o objetivo do grupo de empresarios diretores de cada empresa: a tv ligada no seu canal.
variabilidade. essa eh a aposta da agenda televisiva. transmitir bastante em pouco tempo: sao vinhetas diluidas em intervalos comerciais, faixas q corre de um lado para o outro e comercial durante o programa. por essa maneira, proporcionalmente, mais pessoas sao atingidas pela tv num mesmo intervalo de tempo, mas nao profundamente. muito pelo contrario, superficialmente: o emprego da tv atualmente eh similar ao de um aquario. uma simples distraçao numa sala de espera (de um perigoso dentista).
a passividade da transmissao aliada a outro fator causa um ciclo de alienacao. trata-se da decorrencia da oficialialidade garantida pela sociedade aa tv: sua voz grita de mais. como sempre estamos ou trabalhando ou estudano ou trabalhano, a tv no horario de almoço os empresarios dizem o q eles querem q ouçamos. eu mesmo estava preste a iniciar minhas aulas na faculdade de medicina de vassouras, faltavam soh virar o final de semana, o jornal nacional anuncia implacavelmente para o brasil e o reitor da uss q o mec havia cancelado suas matriculas. doidera: o jornal teve voz de estado nessa hora. eh a voz oficial e nao ha duvidas. podem haver revista e livros de todo tipo por ai, alem de radios, mas a tv fala mais alto aki no brasil. sua voz eh tao alta q destroi o q ja existe e reconstroi, o q passa la eh o q somos, misturado a algo q querem q sejamos, algo q nos leva a questao: sera q nao sou feliz por q nao sou assim. o referencial nos nossos tempos eh da midia, e nao mais de pessoas. dificilmente alguem no mundo faria hj no mundo um festa digna do titulo de feliz sem uma garrafa de coca cola. a imagem eh distorcida. somos iscados por queremos nos alimentarmos de nossa imagem. e alimentar se da propria imagem eh refazer-se, pensar-se, destrui-se, para se tornar algo, q pode ser melhor, ou igual ao q passa na tv. sirene, faltam 5 min.

domingo, 10 de maio de 2009

FELIZ DIA DAS MAES, MAMAE! TE AMO DEMAIS!
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sábado, 9 de maio de 2009

sabado revirado

nada pra escrever. a vontade da existencia. da consideracao. da interferencia. do valor proprio. o chao de penas do ego. nao devo ser feliz pelos conceitos q posso atribuir a minha identidade social. primeiro, sou mais q isso (e ning sabe - ha uma identidade psicologica, mae da outra). segundo, ning eh feliz por ter de ser feliz: pois, no mundo da ideia ha leis q sao como as leis do nosso mundo fisico; estruturas q determinam o prosseguir do raciocionio; se alguem nos fala q somos bonitos, passamos um bom tempo listando argumentos q expliquem a manifestacao da opniao; ou seja, mesmo q amanha ao entrar nesse blog, verificasse q muitas pessoas elogiaram esse meu texto, nao poderia me concluir otimo escritor, pois, se o contrario se desse, ning comentasse (oq eh mais provavel- diga-se de passagem), tbm n ia poder me conluir como algo ignóbil; isso por que sei q conceitos e argumentos sao eternamente mutaveis.
a unica felicidade q procuro extrapola os limites sociais. eh uma felicidade intima de quem esta onde deve estar. o perfeito. mas, como disse guimaraes rosa, o destino do homem eh aprender enquanto houver tempo, me pergunto c essa coisa, marcial, forte, fatal, energica, brusca, confiavel, existe. na minha cabeca essa felicidade seria como uma eterna inquietacao excitante. acredito tbm q essa felicidade, quando alcancada nem desse nome podera ser chamada. na verdade, espero algo disforme, aconceitual, espiritual, intuitivo, claro e lindo pra kem ve, mas raso e absoluto pra kem vive.
uma sabedoria maior. a resposta eterna para qualker situacao. a manete dos sentimentos. viver parece the sims: sob os valores q temos, fazemos o q podemos para nos deslizar ateh o acreditamos q eh bom. dentro de nos, perante nos mesmos, somos nossos proprios advogados. q loucura. se, exercer-se eh ser louco, o significado da vida do homem social, eh fazer caber o natural no razoavel; pelas palavras, como na magica, transformar a loucura em criatividade, senao em genialidade.sem o homem as coisas sao sem consciencia. sao pra sempre e sem porq. sao perfeitas e terminadas, mas desenvolvendo-se. sem significacao racional. ininteligivel, como falo sartre. isso eh bunito, mas nao significa nada, ja q nao c sabe do q c trata. para nos, as coisas sao por funcoes. conjuntos de individuos q cumprem funcao x compoem algum conceito, apesar da parte ininteligivel teoria dos conjuntos pura, mas nao como na matematica, onde o homem define a existencia de algo, pois nao podemos definir precisamente um objeto eh, e todas as implicacoes disso.
por conseguinte, procuro por algo mistico. q esta em mim, mas q eu nao vejo, q esta ali, mas c desfaz qndo eu toco. algo irracional, mas indiscutivelmente bom. algo q me fosse, para q eu pudesse seguir. a razao da exisntencia.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

tenho um pouco de dificuldade para ler a respeito de coisas das quais nao tenho opniao. tenho medo de me engendra nos esquemas que nao sao meus. prefiro elaborar os meus proprios, pra depois encarar a adaptaçao.
tenho pensado a repeito da realidade e da felicidade. percebo q meus estados de espirito, mais ou menos euforicos ou desforicos, sao desenvolvidos a partir do respaldo de algum argumento. logo, posso fala q quanto mais pessimista for em relacao a vida, mais reveses encontrarei, o q acabara por comprovar minha tese original.
parece q nao gostamos de entrar em contradiçao. talvez pq nao conhecamos nada q tenha valor sem ter sentido logico. entao, por espasmos naturais da memoria cotidiana ao evocarmos qualker lembranca ou mesmo frase coletada ppor ai na vida, devemos policiar se queremos verdadeiramente nossa adesao e conseguinte efetivacao da ideia.
sera mesmo q nossas frases significam o real? da aparente negligencia cosmologica a q a especie humana esta condicionada, somada ao fato de simplesmente nosso proceder racional nao conseguir explicar absolutamente a existencia de qualker objeto, infere-se que o modo como podemos significar a vida, nossa razao, deve ser submetida como consequencia aa causa oculta.
sendo assim afirmamos o irracionalidade como causa da racionalidade, que ao representar com linguagem esse caos, para ordena-lo, da meios para nossas vontades, ao transformar a realidade que podemos ver, a q esta tbm em linguagem. nesse mundo de linguagem, portanto, da capacidade argumentativa, no nivel metafisico, reside a felicidade, na conclusao da linguagem.

domingo, 3 de maio de 2009

I

Post teste.