tenho um pouco de dificuldade para ler a respeito de coisas das quais nao tenho opniao. tenho medo de me engendra nos esquemas que nao sao meus. prefiro elaborar os meus proprios, pra depois encarar a adaptaçao.
tenho pensado a repeito da realidade e da felicidade. percebo q meus estados de espirito, mais ou menos euforicos ou desforicos, sao desenvolvidos a partir do respaldo de algum argumento. logo, posso fala q quanto mais pessimista for em relacao a vida, mais reveses encontrarei, o q acabara por comprovar minha tese original.
parece q nao gostamos de entrar em contradiçao. talvez pq nao conhecamos nada q tenha valor sem ter sentido logico. entao, por espasmos naturais da memoria cotidiana ao evocarmos qualker lembranca ou mesmo frase coletada ppor ai na vida, devemos policiar se queremos verdadeiramente nossa adesao e conseguinte efetivacao da ideia.
sera mesmo q nossas frases significam o real? da aparente negligencia cosmologica a q a especie humana esta condicionada, somada ao fato de simplesmente nosso proceder racional nao conseguir explicar absolutamente a existencia de qualker objeto, infere-se que o modo como podemos significar a vida, nossa razao, deve ser submetida como consequencia aa causa oculta.
sendo assim afirmamos o irracionalidade como causa da racionalidade, que ao representar com linguagem esse caos, para ordena-lo, da meios para nossas vontades, ao transformar a realidade que podemos ver, a q esta tbm em linguagem. nesse mundo de linguagem, portanto, da capacidade argumentativa, no nivel metafisico, reside a felicidade, na conclusao da linguagem.
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