nada pra escrever. a vontade da existencia. da consideracao. da interferencia. do valor proprio. o chao de penas do ego. nao devo ser feliz pelos conceitos q posso atribuir a minha identidade social. primeiro, sou mais q isso (e ning sabe - ha uma identidade psicologica, mae da outra). segundo, ning eh feliz por ter de ser feliz: pois, no mundo da ideia ha leis q sao como as leis do nosso mundo fisico; estruturas q determinam o prosseguir do raciocionio; se alguem nos fala q somos bonitos, passamos um bom tempo listando argumentos q expliquem a manifestacao da opniao; ou seja, mesmo q amanha ao entrar nesse blog, verificasse q muitas pessoas elogiaram esse meu texto, nao poderia me concluir otimo escritor, pois, se o contrario se desse, ning comentasse (oq eh mais provavel- diga-se de passagem), tbm n ia poder me conluir como algo ignóbil; isso por que sei q conceitos e argumentos sao eternamente mutaveis.
a unica felicidade q procuro extrapola os limites sociais. eh uma felicidade intima de quem esta onde deve estar. o perfeito. mas, como disse guimaraes rosa, o destino do homem eh aprender enquanto houver tempo, me pergunto c essa coisa, marcial, forte, fatal, energica, brusca, confiavel, existe. na minha cabeca essa felicidade seria como uma eterna inquietacao excitante. acredito tbm q essa felicidade, quando alcancada nem desse nome podera ser chamada. na verdade, espero algo disforme, aconceitual, espiritual, intuitivo, claro e lindo pra kem ve, mas raso e absoluto pra kem vive.
uma sabedoria maior. a resposta eterna para qualker situacao. a manete dos sentimentos. viver parece the sims: sob os valores q temos, fazemos o q podemos para nos deslizar ateh o acreditamos q eh bom. dentro de nos, perante nos mesmos, somos nossos proprios advogados. q loucura. se, exercer-se eh ser louco, o significado da vida do homem social, eh fazer caber o natural no razoavel; pelas palavras, como na magica, transformar a loucura em criatividade, senao em genialidade.sem o homem as coisas sao sem consciencia. sao pra sempre e sem porq. sao perfeitas e terminadas, mas desenvolvendo-se. sem significacao racional. ininteligivel, como falo sartre. isso eh bunito, mas nao significa nada, ja q nao c sabe do q c trata. para nos, as coisas sao por funcoes. conjuntos de individuos q cumprem funcao x compoem algum conceito, apesar da parte ininteligivel teoria dos conjuntos pura, mas nao como na matematica, onde o homem define a existencia de algo, pois nao podemos definir precisamente um objeto eh, e todas as implicacoes disso.
por conseguinte, procuro por algo mistico. q esta em mim, mas q eu nao vejo, q esta ali, mas c desfaz qndo eu toco. algo irracional, mas indiscutivelmente bom. algo q me fosse, para q eu pudesse seguir. a razao da exisntencia.
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